domingo, 12 de fevereiro de 2012

Que sono...

Ouse ser uma política mulher primeira ministra conservadora e será depois retratada como uma velha caquética assombrada por um marido que não para de falar um segundo. Eu não lembrava mais direito da trajetória de Margaret Thatcher e esse filme não ajuda muito também. Tive que ir ao Google enquanto via para me lembrar. O episódio mais interessante para mim é que foi ela que deu a autorização para que se revidasse a invasão das Malvinas dando início a guerra com a Argentina. Fui ler sobre isso para entender melhor e a verdade é que os militares argentinos foram muito estúpidos. Se a Argentina tem aqueles carros velhos na rua imagino a frota de guerra. Bom, chacina, morreram 649 argentinos versus 258 britânicos. Ouse ser mulher política consevadora matadora de argentinos que será retratada como uma velha caquética a mercê das lembranças do passado em um filme chato que dói. Eu nem colocaria esse filme em uma prateleira de filmes. Colocaria logo em uma prateleira de aulas de interpretação, capítulo imitação. Meryl Streep arrasa. Mas não salva o filme porque ele foi feito de uma maneira ligeiramente tendenciosa. Quem fez não gosta dela, da verdadeira. E aí fica difícil. Prefiro a celebridade retratada com seus prós e contras para que eu decida se vou gostar dela ou não. Quando a coisa toda é tendenciosa para o mal ou para o bem (como o filme da história de Lula) aí me dá preguiça mortal. Quando tem um fantasma de um marido chato p'acarai pior. Fui ler a história do marido e ele não foi um idiota, foi um cara militante também (no filme é um bobo alegre de pijamas). Dilma que se cuide, não terão com ela a mesma boa vontade que com Lula na hora de fazer filme. Mulheres fortes não tem a boa vontade de ninguém. Mulheres fortes causam mais medo que homens fortes, sei lá por que...


Esse filme me fez dormir na banheira e por pouco não tenho o mesmo fim da Whitney. Que por sinal deve ter sido amaldiçoada para que acontecesse isso tudo, e acho que foi naquele filme O Guarda-Costas. Aquelas cenas insuportáveis do Kevin Costner carregando ela nos braços em câmera lenta, ninguém merecia aquilo. Ela bem poderia ter saído correndo mas não, ia no colo!

1 comentários:

Xtina Kxner disse...

hahahaha AMEI o final do post! ARRASOU! E tbm achei o filme um porre, quer dizer, uma ressaca, de tão chato, arrastado, vazio mas jurando que é inteligente.